Representantes da AMATRA5 e ABAT discutem alternativas ao corte orçamentário
Diretores da AMATRA5 estiveram reunidos nesta quarta-feira, 9, na sede da entidade, com representantes da Associação Baiana de Advogados Trabalhistas (ABAT) para discutir os efeitos dos cortes orçamentários na Justiça do Trabalho e propostas de medidas para enfrentamento da situação. Pela AMATRA5 participaram a presidente Rosemeire Fernandes e os diretores Juarez Wanderley (Prerrogativas), Edlamar Cerqueira (Secretária-geral) e Cecília Pontes (Comunicação). Pela ABAT, o presidente Emerson Mangabeira, o diretor Matheus Tolentino (Convênios) e o representante da Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas (ABRAT), Jorge Lima.
Em consonância com o que já foi definido pelos magistrados na última assembleia geral sobre o assunto, a diretoria da AMATRA5 destacou que as medidas de contenção, embora necessárias, devem levar em conta a política nacional de valorização e priorização do Primeiro Grau, porta de entrada dos processos trabalhistas.
Outro ponto de convergência das duas associações é no sentido de que uma eventual alteração de horário de funcionamento não pode inviabilizar a realização das audiências nos dois turnos. A presidente da AMATRA5 disse que horário de funcionamento é apenas uma das várias medidas possíveis para a contenção de gastos e que cada um pode contribuir pessoalmente para a redução das despesas.
“No atual cenário é indispensável a mobilização e união de todos, magistrados, advogados e servidores. A ANAMATRA ajuizou uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) contra o corte orçamentário, discriminatório contra a Justiça do Trabalho”, disse a juíza.